Temperamentos! Qual é o seu?
Autor: daniel oliveira | abril 23, 2012
Colérico, sanguíneo, melancólico, ou fleumático?
Se observarmos as pessoas que interagem num determinado ambiente, perceberemos que cada qual age de forma diversa com uma expressão, um modo de falar …
À uma mesma situação cada pessoa reage de um jeito diferente. Tudo por causa do temperamento.
O que constitui o temperamento é o conjunto das características abaixo:
Sensação: tomada de consciência da presença do estímulo pelo sujeito.
Afetividade: estado que resulta percepção (agradável ou desagradável).
Tendência: é a inclinação do sujeito para o estímulo, motivada pela sensação e pela afetividade.
Entre os quatro temperamentos, dois se mostram ativos e exuberantes: o colérico e o sanguíneo, enquanto os outros dois são passivos, calmos e comedidos: melancólico e o fleumático.
A medida de um colérico é a exuberância de sua vida, que, como um vulcão ativo, regurgita no interior de um coração altamente apaixonado.
Procurando atingir os fins sem considerar os meios, o colérico, coloca-se, quase sempre em posição extremada. É uma pessoa que se irrita facilmente. Vive para o seu mundo e, assim, vivendo, está cheio de si mesmo, olhando os próximos como seres inferiores. O orgulho é o grande pecado de sua inteligência e a intolerância é a grande modalidade de seu orgulho. Possui uma vontade determinada, que não conhece obstáculos ou empecilhos para seus desejos. Com todas estas características se apresenta como uma pessoa insensível. Porém pode-se afirmar que o colérico ama, e ama apaixonadamente; todavia, vivendo, antes de tudo, para sua inteligência e para a sua vontade. Porém emotivamente não demonstra seu grande amor.
O colérico apresenta-se como um sujeito de reações rápidas e cortantes, usando e abusando de seu tempo. É profundamente sincero; é um dominador por natureza, envolvendo os outros com sua vontade e sua determinação.
São Paulo, aventureiro, dinâmico, vibrante e decidido, altamente apaixonado pelo que acredita, chefe por natureza, inimigo dos subterfúgios e das meias medidas, é um bom exemplo do temperamento colérico.
Como o temperamento colérico, o sanguíneo é um temperamento de reações rápidas e cortantes, porém não apaixonadas como o colérico, mas emotivas. De inteligência rápida vê com rapidez as relações ocultas entre as coisas. Não é dado à matemática e às filosofias, no entanto é o ‘rei’ da história, da geografia, das artes,…
Tem um coração sem medidas. Socialmente é bom, generoso e afável, adaptando-se com facilidade às exigências sociais. Acha o mundo belo e a vida belos, por isso quer viver e gozar a vida sem lágrimas e sem lamentações. Os sanguíneos têm horror à solidão, pois são extrovertidos, por natureza. Alegres, acham sempre um motivo para rir. São pacíficos, amigos da paz.
Entre os apóstolos, São Pedro, com seu jeito alegre, volúvel, generoso e bom, é o tipo clássico do temperamento sanguíneo.
Já o esquema do temperamento melancólico se desenvolve por uma parte de uma intensa sensibilidade afetiva e por outra de uma motricidade altamente moderada.
De inteligência profunda e de vontade fraca, o melancólico alia uma sociabilidade fraquíssima a uma grande ternura de coração. Sua vontade é indecisa, vivendo sempre em dúvida. Inclina-se, quase sempre, para o lado negativo das coisas, sempre antecipando as possíveis conseqüências de fatos que só existem em sua inteligência.
Altamente egocêntrico, vive para si, longe de qualquer influência do mundo exterior. Falta-lhe o calor e a simpatia, o que o leva isolar-se e conseqüentemente, ser isolado e ignorado por seus semelhantes. Uma visita para o melancólico é quase sempre um martírio.
Entre os apóstolos, São João, místico, introvertido, de ternura profundíssima, é um tipo perfeito do temperamento melancólico.
Passemos ao fleumático. Este caracteriza-se por uma fraquíssima impressionalidade diante dos estímulos e por uma incapacidade de reação.
Sua inteligência é fria e calculista. Sua vontade é fraca na ordem da ação. Ama o descanso, não gosta do movimento e da atividade. Ele prefere viver e deixar que os outros vivam. É conservador por natureza.
Gosta de dar tempo ao tempo, julgando que tudo se resolve com o tempo. Porém quando alguma coisa desperta seu interesse, o que é raro acontecer, sua vontade é firme. As grandes paixões não moram em seu coração.
Pouco sociável, não vive a importunar os outros, nem gosta de ser importunado. Tudo em seu ser é lento e comedido, sua inteligência não foge a regra, porém seus pensamentos são equilibrados e retos. Embora de vontade fraca é perseverante naquilo que começa, sendo sua grande virtude.
Comparando com o relógio do tempo podemos dizer que o Sanguíneo é a aurora, o despertar de vida; o Colérico é o sol a pino; o Melancólico traz a nostalgia do entardecer; enquanto que o Fleumático é indeciso como a noite. Assim como todas as horas do dia são necessárias para o desenvolvimento da vida, todos os temperamentos têm o seu valor e são igualmente necessários.
São as diferenças que dão o colorido à vida. Porém, quando essas características nos impedem de manter uma relação adequada com Deus e com nossos semelhantes precisamos pedir a ajuda do Espírito Santo e desta forma, controlar nosso temperamento.
O próprio Espírito vem em socorro de nossa fraqueza, diz São Paulo, portanto devemos pedir à Ele, mas o que pedir?
O colérico necessita pedir amor, bondade, paciência, humildade, benevolência e entendimento de que deve depender de Deus. O sanguíneo, aptidão para abstinência, auto-controle, paciência, fé, paz, perseverança e bondade. O melancólico necessita de amor, alegria, paz, bondade, fé, esperança e auto-controle. O fleumático necessita de vontade determinada, amor, bondade, docilidade, têmpera e fé.
É possível manter o seu temperamento e entregar-se ao Espírito Santo. Um temperamento controlado pelo Espírito é aquele no qual habita o amor, a alegria, a paz, a paciência, a bondade, a generosidade, a fé, a docilidade e o auto-controle.
Busque estas características na oração, na confissão, na comunhão, na entrega à Deus, acreditando que o que você não pode fazer, Deus pode e quer realizar em você.
Definição
A palavra temperamento vem do latim temperare, que significa “equilíbrio”. Esta noção está ligada à teoria dos humores de Empédocles e de Hipócrates, na qual se defende que a saúde do ser humano depende de um equilíbrio entre os elementos que compõem este mesmo ser.
Em Psicologia, temperamento é mais comumente entendido ao que se refere ao aspecto da personalidade e diz respeito às disposições e reações emocionais, bem como de sua rapidez e intensidade. Este conceito de temperamento está ligado a psicólogos como Jung, psicanalista; e Klages no seu tratado sobre caracterologia (1929).
Para ser honesto, o conceito de temperamento é ainda uma destas expressões que pode significar coisas diferentes para diferentes psicólogos. Apesar das divergências, estes pesquisadores chegaram às seguintes conclusões (Barclay, 1991):
1. O construto temperamento é útil, apesar de ser praticamente inviável definir com precisão como ele interage com influências do meio ambiente;
2. Temperamento inclui elementos de energia: atividade, intensidade, vigor e ritmo de movimento tanto na fala quanto no pensamento; de reatividade: aproximação e afastamento de estímulos; emocionalidade e sociabilidade;
3. A origem do temperamento deve ser procurada em disposições biológicas;
4. As manifestações do temperamento são mais estáveis durante a vida de um indivíduo do que em qualquer outro aspecto da personalidade.
De qualquer forma, o estudo do temperamento começou a ser abordado, ao que se tem registro, pelo filósofo grego Empédocles e seu conterrâneo, o médico Hipócrates. Ambos seguidos, mais tarde, pelo greco-romano Galeno dentro do que ficou conhecida como a teoria dos humores. Outras tendências para se definir temperamento baseiam-se no formato do corpo (tendência iniciada por Kretschmer e atualizada por Sheldon nas teorias ditas morfológicas). Finalmente, temos enfoques do temperamento baseados mais em construtos psicológicos, dentre os quais podemos salientar a teoria de Jung e as tipologias mais modernas particularmente em voga em psicologia organizacional e da criança. Vamos detalhar um pouco algumas destas teorias.
Teoria dos humores
Atribui-se a Hipócrates (460 – 370 a.C.) o fato de a medicina preocupar-se com problemas psiquiátricos.
Como resultado de suas cuidadosas observações e dos diferentes comportamentos humanos, ele formulou uma teoria para explicar esses problemas. Criou uma teoria bioquímica em sua essência – a dos Quatro Temperamentos – que relacionou aos humores do corpo ou fluidos orgânicos (hoje falamos em hormônios e outras substâncias bioquímicas que podem induzir ou afetar o comportamento humano).
| Temperamentos | Humores Corporais (do grego*) |
|---|---|
| Sanguíneo | Sangue (* sanguis) |
| Colérico | Bílis amarela (* Kolé = bílis) |
| Melancólico | Bílis negra (* Melas = negro / Kolé = bílis) |
| Fleumático | Fleuma (* Phlema = fluído espesso) |
Por muitos séculos este conceito foi perpetuado, ou seja, poucas alterações ao conceito de Hipócrates foram oferecidas até o século XIX. Emmanuel Kant, filósofo alemão, foi o que mais influência teve sobre a divulgação da ideia dos quatro temperamentos na Europa.
A concepção de que o temperamento seja determinado por um fluído orgânico foi superado há muito tempo, mas a quádrupla classificação de elementos é ainda amplamente utilizada.
A classificação moderna, talvez a mais popularmente conhecida, é o tipo “extrovertido” e o tipo “introvertido”.
Na psicologia moderna, “temperamento é entendido como uma alusão aos aspectos da hereditariedade e da construção fisiológica que interferem no ritmo individual, no grau de vitalidade ou emotividade dos indivíduos. Nesse sentido, afirma-se que os indivíduos têm uma quantidade de energia vital, maior ou menor, que lhes dará a tonalidade de seus comportamentos. Ex: indivíduos mais calmos / indivíduos mais agitados.”
Os Quatro Temperamentos
Através de estudos chegou-se à conclusão de que são quatro os temperamentos que dominam o homem:
Sanguíneo
Significa sangue – vida.
Vem de melancolia – tristeza
Fleuma – falta de emoção – passivo
Cólera – ira – explosão (pavio curto)
Na classificação moderna, podemos dizer que os temperamentos:
sanguíneo e colérico são extrovertidos; e o melancólico e o fleumático são introvertidos.
Observação
Antes de refletir sobre cada um, observe:
1. Nunca julgue o temperamento do outro; conheça-o
2. Podemos ter características até dos quatro temperamentos, mas um sempre será dominante na nossa vida.
3. Nunca diga a uma pessoa qual o seu temperamento, a não ser que ela pergunte diretamente.
Saiba discernir o seu temperamento:
Observe as qualidades e não pare muito nas fraquezas. Uma vez encontradas as qualidades, procure encontrar os defeitos correspondentes.
Diversos fatores devem ser lembrados quando você estiver descobrindo o seu temperamento. O mais importante é que ninguém se caracteriza por apenas um deles. Mas, em geral, um dos temperamentos será sempre mais destacado do que os outros três.
Outro fator é a idade. A maioria dos temperamentos é mais fácil de distinguir entre os quinze e os trinta e cinco anos. Dessa época em diante, suas atitudes, em geral, não se alternam; a não ser que os hábitos, as experiências ou outras pressões as acentuem.
Outro fator que pode afetar o comportamento de alguém, criando uma impressão errada quanto ao seu temperamento natural, é a existência de um trauma que pode ter sido provocado por um único acontecimento ou uma série deles em sua vida. Esses traumas são mais predominantes nas áreas do medo, pois causam, no indivíduo, atitudes de retração e recolhimento.
No decorrer da vida, cabe ao indivíduo alcançar uma harmonia interior dos quatro temperamentos através do trabalho do próprio ‘Eu’. Compreende-se a possibilidade disso considerando-se que, em cada época da vida, predomina um determinado temperamento: a criança tende para o sanguíneo; a juventude, a partir da puberdade, para o colérico; a idade madura, para o melancólico; e a velhice, para o fleumático.
- LEMBRE-SE: Pode-se ter uma pessoa COLÉRICA 60% com 40% de SANGUÍNEO. Um MELANCÓLICO com 60% e 40% COLÉRICO… Assim por diante. Mas UM é DOMINANTE.
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Dimensões da Santidade! Terceira!
Autor: daniel oliveira | fevereiro 10, 2012
A terceira dimensão – OS RELACIONAMENTOS
“…Ao que Deus purificou, não faças tu impuro…” (Atos 10.15)
Pedro era um apóstolo dedicado a Cristo, porém ele tinha muitos preconceitos. É interessante que certo dia, Deus dá uma visão a Pedro. Naquela visão, Pedro vê alimentos que ele considerava impuros pelas suas tradições. Deus diz a Pedro que ele coma dos alimentos que apareciam naquela visão. Pedro questiona Deus, dizendo que aqueles alimentos eram impuros. Deus então repreende Pedro dizendo: “Não faças impuro ao que Deus purificou”.
Pedro tinha muitos preconceitos, que o impediam de amar os gentios, as pessoas estrangeiras que não tinham Deus. Muitas vezes os nossos preconceitos podem prejudicar irmãos e nos afastar da comunhão com Deus e com a Igreja. Como é fácil para muitos de nós julgar precipitadamente um irmão, com base em preconceitos, e nos afastarmos da comunhão!
Hoje, façamos uma oração a Deus para que nos dê forças que precisamos para aceitar as pessoas como elas são e ajudar a compreender aqueles que são diferentes de nós.
Há algum milagre chamado “amizade” que mora em nossos corações, mas você não sabe como ele acontece ou surge, mas esse sentimento aflora e você percebe que a amizade é o presente mais precioso de Deus. Hoje do seu lado pode ter alguém que você apenas cumprimente e essa pessoa pode estar querendo receber sua oração, sua atenção, lhe contar a sua vida, seus sonhos, seus deslizes ou simplesmente suas qualidades e defeitos. Vá até essa pessoa e bata um papo com ele, talvez nessa conversa você ganhe um novo amigo…
Deuteronômio 10.17 diz: “Pois o SENHOR, vosso Deus, é o Deus dos deuses e o Senhor dos senhores, o Deus grande, poderoso e temível, que não faz acepção de pessoas, nem aceita suborno”.
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Dimensões da Santidade! Segunda!
Autor: daniel oliveira | fevereiro 10, 2012
A segunda dimensão da santidade – A IGREJA
“..tira as sandálias dos pés, porque o lugar em que estás é terra santa.” (Ex 3:5)
Moisés estava num lugar santo e não sabia disso. Ele havia entrado naquele lugar de forma inadequada DE QUALQUER MANEIRA. Por isso, veio a palavra de Deus: “Tira as sandálias dos pés”. Não podemos estar num lugar santo de forma inadequada.
A Igreja é um lugar santo, e muitas vezes estamos ali de forma inadequada. Muitas vezes, perdemos a visão de que Deus se revela na Igreja naquele momento do culto. Muitas vezes estamos na Igreja ou no grupo de oração com o corpo presente e o espírito ausente. Portanto, meus irmãos, na presença de Deus não podemos estar de forma imprópria.
Quando Moisés entendeu isso, ele logo atendeu a voz de Deus, tirou as sandálias do pés e foi dominado por um forte sentimento de temor.
SE A IGREJA É UM LUGAR SANTO, NOSSAS ATITUDES NAQUELE LUGAR DEVEM SER ATITUDES SANTAS. Não combina com este lugar santo, um cristão ser irreverente, se levantar no momento da missa para conversar, conversar coisas impróprias, etc…
A palavra de Deus para você é “TIRA AS SANDÁLIAS DE TEUS PÉS”.
Irmão, tire de sua vida tudo que está impedindo que você entre na presença de Deus plenamente. Tire a irreverência, tire a distração, a fofoca. Fixe seus olhos em Cristo, no momento do culto e entenda que Deus esta presente e deseja falar ao seu coração!!!
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Dimensões da Santidade! Primeira!
Autor: daniel oliveira | fevereiro 10, 2012
Primeira dimensão da santidade – A nossa vida pessoal
“…não sabeis que o vosso corpo é santuário do Espírito Santo…” (1Co 6.19)
Gosto muito dessa palavra de Deus. Ela nos mostra que uma maiores obras de Deus é realizada pelo Espírito Santo dentro de nós. Quando a Bíblia diz que somos o santuário do Espírito Santo, em outras palavras, Deus está nos dizendo: “Olha meu filho, eu comprei vocês através do sangue de Cristo e agora o meu Espírito é o proprietário da vida de vocês”. Amados, DEUS É O PROPRIETÁRIO DE NOSSAS VIDAS. Quando ele nos comprou pelo sangue de Jesus, Ele tornou-se o nosso proprietário.
* O ESPÍRITO SANTO É O NOSSO PROPRIETÁRIO, E POR ISSO ELE SEMPRE ESTÁ MOTIVADO A FAZER MUDANÇAS E REFORMAS EM NOSSA VIDA.
Quando o Espírito Santo nos compra e vem morar em nós ele encontra em sua nova casa o pecado. O pecado é como se fosse o lixo. Em toda casa tem lixo, tem papel velho, restos de comida, poeira, buginganga. Todo lixo dentro de uma casa precisa ser jogado fora. QUANDO O ESPÍRITO SANTO VEM MORAR DENTRO DE NÓS, ELE QUER TIRAR TODO O LIXO CARNAL QUE ESTÁ DENTRO DA NOSSA MENTE, DO NOSSO CORPO E SENTIMENTOS. Esse trabalho do Espírito Santo é chamado de santificação.
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O Sentido do Natal
Autor: daniel oliveira | dezembro 6, 2011
O Natal é a festa do amor de Deus pelo homem. Para salvar a criatura amada, Ele mesmo se faz homem, assumiu a nossa frágil natureza, sem perder a divina, e veio resgatar o que estava perdido. A humanidade tinha uma dívida impagável com Deus; e nenhum homem poderia pagar este resgate. Esse Homem tinha que ser ao mesmo tempo homem e Deus, para ser a ponte – o Pontífice – entre Deus e o homem. O rio do pecado havia derrubado a ponte da comunhão da humanidade com Deus.
Jesus veio pagar a nossa dívida. O Redentor, assumindo a natureza humana, se tornou o único Mediador entre Deus e o homem. Em virtude da natureza humana Ele pode morrer; em virtude da natureza divina pode ressuscitar e nos devolver a vida eterna para a qual fomos criados.
Aquele que nasceu na terra é o mesmo que foi gerado desde toda a eternidade, consubstancial ao Pai e ao Espírito Santo, “Luz da Luz, Deus verdadeiro de Deus verdadeiro”!
Depois que o Verbo de Deus se fez homem, ninguém mais pode duvidar do amor de Deus pela humanidade. Seria blasfêmia. O Deus infinito se fez limitado, o Rei do universo se fez escravo, o Soberano das nações se fez pobre para nos enriquecer, o Imortal assumiu a nossa morte para destruí-la…
Na criancinha do estábulo somos levados a adorar a divindade e a vislumbrar a glória do Pai que está no Filho, e que foi concebido no seio da Virgem Maria, pelo poder do Divino Espírito Santo.
São Leão Magno num de seus mais belos sermões de Natal, relembra a nossa grandeza: “Reconhece, ó cristão, a tua dignidade, e, já que foste feito participante da natureza divina, não queiras voltar à antiga vileza com procedimentos indignos de tamanha nobreza”.
Jesus nasceu para nos transladar para o Reino da luz , do qual é preciso começar a participar já nesta terra. Então, diante do Presépio, o batizado deve se lembrar que, ao ser regenerado na pia batismal, se tornou o templo vivo da Trindade Santa e que, portanto, não pode mais cometer más ações que expulsem Deus de sua alma, e o faz submeter-se, de novo, à escravidão do diabo.
Diante da manjedoura, que cada um renuncie às obras da carne (Gl 5,19). Somente assim as alegrias do Natal serão verdadeiras e não uma mera comemoração externa de um fato histórico.
São Leão Magno frisa no seu Sermão que: “Nasceu hoje o nosso Salvador”. Este “hoje” quer dizer que a mesma eficácia salvífica que o acontecimento de Belém trouxe ao mundo, acontece “hoje” para aqueles que participam desta Festa através da liturgia. Os atos salvíficos de Cristo se realizam novamente, dando à alma fiel as graças do Natal. O Redentor repete a cada um o que foi dito através do profeta Isaías: “Aqueles que esperam em mim não serão jamais confundidos” (Is 49, 23).
O Menino-Deus nascendo numa pobreza total vem nos ensinar que não são os bens terrenos a fonte da felicidade verdadeira, e nos convida a conquistar um reino de eterna felicidade, destino e grandeza de quem foi criado à imagem e semelhança de Deus.
O silêncio da gruta santa de Belém, bem longe do barulho de uma civilização hedonista e materialista, chama-nos à adoração e à meditação. Naquela gruta pobre e simples, encontramos os melhores modelos de justiça e santidade: Jesus, José e Maria.
A transcendência do Natal nos convida a nos colocarmos a serviço deste Menino, que veio para implantar entre nós o Seu Reino de paz, amor, justiça, verdade, santidade e liberdade; que são os nossos maiores anseios. Por isso, a melhor maneira de viver bem o Natal é comprometendo-se com Jesus a trabalhar pelo seu Reino, através da Igreja, com amor puro e reta intenção.
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A história de Santa Cecília – Padroeira dos músicos
Autor: daniel oliveira | novembro 22, 2011
No dia 22 de Novembro; comemora-se o dia de Santa Cecília.
A padroeira dos músicos.
Cecília nasceu no princípio do século 3º de uma ilustre família de Roma. Conhecida por Gens Cecília, cuja linhagem provém do tempo da república. Os nomes dos pais são desconhecidos, mas julga se cristãos. Cecília foi criada por uma aia cristã, que a educou somente no cristianismo e sempre amando a Jesus. Suas exclamações eram: Oh! Quão grande e bom é o senhor! Quero amá-lo sempre.
Cecília ouvia sempre a sagrada escritura, então seus olhos enchiam-se de lágrimas e com o coração enternecido propunha a não ofender a Jesus, antes consagrar-lhe a vida e jurando votos de virgindade perpétua.
Uma de suas vertudes ensinava a amor o próximo, especialmente os pobres que são imagens de Jesus. Seu amor à eucaristia era tanta que no dia de sua comunhão consagrou-se novamente a sua vida a serviço e tornou-se esposa do mestre. Órfã Cecília ficou com parentes ainda pagãos. Que começavam a importuná-la e leva-la a festas não cristãs. Muitas vezes, declinava dos insistentes convites, temendo a distrações prejudicassem sua alma inocente. Julgando que não bastasse o afastamento de tantos perigos, a piedosa jovem para evitar que o espírito sucumbise na luta com o demônio, submeteu seu corpo a rigorosos jejuns e penitenciais.
Jesus não se deixou vencer em generosidade mandou custodiá-la por um anjo, que sua freqüente aparição entretinha-a em doces conversações.
Em uma reunião de família estava presente um jovem nobre (Valentino) que a olhou Cecília e fitou seus olhos nela. No outro dia pediu a mão da jovem a seu tutor que não se negou a aceitar. Na mesma hora Cecília se recusou, pois tinha feito os votos ao mestre. Mas não adiantou o seu tutor já tinha aceitado. Cecília saiu e foi imediatamente falar com o pontífice dizendo que preferia a morte a faltar o juramento que fez a Jesus. O pontífice urbano disse:
“Tem confiança, se teu celeste Esposo te quiser inteira a seu serviço, nenhuma força humana poderá arrebatar-te. No entanto as orações essa noite são para que o senhor nos ilumine”. Passaram-se alguns dias Cecília procurasse evita-lo, não conseguia fugir a uma nova conversa com seu tutor. Recusou o pedido, mas seu tutor não desistiu de seus propósitos. Cecília na mesma hora lembrou-se das palavras de Urbano e aceitou.
A virgem de cristo tornara-se também esposa de Valentino. Nos cântico núpcias Cecília elevavam sua alma a Deus nas seguintes palavras; “Senhor, que sejam sempre imaculados meu corpo e m meu coração; protege tua serva para que não seja confundida”. Em seus aposentos em profunda oração e a espera de Valentino. O qual chegou feliz e correu para abraçá-la. Cecília se desviou e começou a contar o seu juramento. Valentim perturbado disse à esposa que tinha o traído jurando seu amor a outro. Cecília explicou novamente que se juramento foi feito a Deus. Vendo o desespero de Valentino, Cecília caiu de joelhos e começou a orar e uma forte luz saiu de sua face e sendo protegida por um anjo. Valentino caiu por terra e com os olhos em lágrimas contemplou o acontecimento.
E Cecília viu toda aquela luz fazendo a conversão em Valentino.
E que no outro dia pediu a Cecília que gostaria de ver o anjo que a protege. Cecília disse que teria que ir até o pontífice urbano e pedir o batismo.
Valentim se vestiu e foi no momento do batismo um anjo apareceu e colocou uma coroa de flores em Valentino e em Cecília, Com o acontecimento estava presente o irmão de Valentino (Tibúrcio) também se converteu. A partir deste dia a Família de Cecília foi perfeita e voltou a trabalhar com os pobres e pregar o evangelho. Até que teve a perseguição aos cristãos por Alexandre Severo no ano 232 os prenderam.
Perante o juiz que perguntou a jovem qual era sua religião. Cecília não hesitou em responder que era cristã. Disse o juiz: “não sabeis que nosso imperador ordenar punir todos os cristãos e de libertar os que renegam esta religião inimiga da Pátria?” Mesmo em meios a tantas acusações e perguntas Cecília se manteve firme a sua fé. Ordenou que levassem a jovem e fecharam no calidário para morrer sufocada com vapores. Algumas horas depois Cecília estava na sala de tortura em plena alegria. Logo a sala encheu-se de vapores e pegou fogo, mas nada atingiu Cecília. Viram contenta e em volta rodeada de ar puro. Apresentou o novo carrasco, Cecília ajoelhada ofereceu o pescoço. O carrasco por três vezes deixou o ferro cair no pescoço da jovem. Cecília caiu com os braços cruzados no peito, mas a cabeça prodigiosamente unida ao corpo. Na lei romana proibia insistir no terceiro golpe o carrasco saiu correndo ao ver aquilo. A multidão pasmou ao ver a jovem ainda viva. Cecília, sempre na mesma posição, quis aproveitar o pouco tempo que lhe restava para anunciar a verdade. Ouvindo suas fervorosas exortações, tocados pela graça, muitos se converteram. Ficou por muito tempo em doce contemplação de repente fez um sinal ao pontífice que se aproxima e diz: Padre, pedi ao senhor um momento para poder fazer meu ultimo desejo. Quero que transforme minha casa em um templo de oração; voltando-se para os que ali estavam a assistir mostrou-lhes o polegar de uma mão e três dedos da outra, querendo assim confessar pela ultima vez a \unidade e trindade de Deus. Urbano mesmo na presença de numerosos fiéis colocou o sarcófago junto aos túmulos dos Papas, fechando-o com tampo de mármore preciosismo.
Santa Terezinha escreve sobre Cecília.
Antes da viagem a Cidade eterna, não tinha devoção especial por Santa Cecília; mas ao visitar a casa, o lugar do martírio, ao ouvi-la proclamar tainha da harmonia, senti por ela mais que uma devoção, uma verdadeira ternura de amiga e tornou-se a minha santa predileta e minha confidente.
Cecília protetora do canto sacro.
Certamente pela pia tradição Cecília se deli cava cantando hinos a Deus, acompanhando-se na cítara que o anjo lhe apresentava. Sendo assim ficou sendo considerada santa dos músicos.
Confirmando nesta pia tradição, temos elementos positivos, nas revelações de Dulcem, a serva de Deus, Ana Catarian Emmerrich que muitas vezes viu a santa.
“Vi Cecília belíssima, com faces rosadas e traços finos e graciosos”. Junto dela esta um anjo sob forma de amável jovem, quer com ela falava. Vi-a sentada em uma cadeira e os anjos ensinando a tocar um instrumento. Outra vez, Cecília sentada tocando o instrumento e o anjo segura em sua frente o rolo de papel para o qual ela olhava. Fundados nestas revelações é que temos em Cecília a celeste protetora dos músicos.
Diva! Que tua voz sua uma luz no coração. Do ímpio, que contra a igreja faz cruéis perseguições.
Santa Cecília Rogai por nós.
* Ana Catarina Emmerich (1774-1824), foi um religiosa alemã, contemplada com a revelação obre naturais no princípio do século 19, sobre a vida de Jesus e Maria. Registradas no livro “ “ Vida, paixão e glorificação do cordeiro de Deus’, conhecidos nos seminários do mundo todo, particularmente no início do século 20.”
Livro: Santa Cecília; Fernando Bastos. MIR Editora – Brasil
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Humana Armadilha – Cortella
Autor: daniel oliveira | novembro 8, 2011
Paz! Em meus estudos e literaturas me deparei de novo com um artigo muito interessante em um capitulo do livro: “Não Nascemos prontos” de Cortella. Uma reflexão interessante e no minimo entusiasta sobre a busca da felicidade, que achei por necessário publicar em meu blog.
Segue:
Múltiplas são as pistas sobre o lugar onde se encontra a “chave da felicidade” e, claro, o seu provável modelo. Alguns o situam na arte desprendida; outros, na religião obsessiva.
Há uma hilariante e inesquecível tirinha entre as milhares desenhadas pelo argentino Joaquin Salvador Lavado, o Quino, na qual, usando da aguda embora atordoada inteligência de Mafalda (sua mais conhecida personagem, inventada em 1963), ele consegue expressar com clareza alguns dos meandros, que envolvem a existência humana.
No primeiro quadrinho dessa “tira, Mafalda se aproxima de uma loja de esquina onde há um idoso chaveiro; no quadrinho seguinte, entra no prédio e, cinicamente, diz a ele: “Bom dia. Quero uma chave da felicidade”. Sem demonstrar espanto, no terceiro quadrinho, ele dirige um olhar complacente e lhe responde: “Com certeza, menina. Traz o modelo?”. Sai ela então da loja, caminhando sem graça e pensando: “Espertalhão o velhinho!”.
O modelo, onde está o modelo? Ou, melhor ainda, existiria um modelo? É preciso haver um? Múltiplas são as pistas sobre o lugar onde se encontra a “chave da felicidade” e, claro, o seu provável modelo. Alguns o situam na arte desprendida; outros, na religião obsessiva; muitos, no consumo desvairado; vários, na política indolente; poucos, na filosofia militante; inúmeros, no trabalho insano; raros, na dignidade coletiva.
O que seria esse almejado horizonte a que uma chave desconhecida, distante ou simplesmente invisível poderia proporcionar o acesso? Felicidade pode ser estado de espírito, não uma situação material; pode ainda despontar como um sentimento passageiro ou um devaneio fugaz. Marcando-se em nossa existência sempre como uma ocorrência episódica, remete-se, talvez, ao terreno ocupado por uma sabedoria misteriosa contida na frase do escritor e polemista francês Barbey D’Aurevilly, que, no século 19, era, curiosamente, um difusor e admirador do satanismo, ao dizer que “o prazer é a felicidade dos loucos; a felicidade é o prazer dos sábios”.
Qual seria, então, a carga de verdade contida na advertência feita pelo muçulmano Saadi, escritor lírico cujas obras foram as primeiras poesias persas a serem traduzidas para o Ocidente moderno? Em meados do século 13, após ter sido libertado das mãos dos cruzados e ter-se enclausurado voluntariamente em uma espécie de convento, escreveu (em pleno deserto!) a coletânea “O Jardim das Rosas” e nela registrou (indicando uma das chaves possíveis): “Lamente por aquele que julga haver achado a felicidade, inveje aquele que a procura e a abandonará tão logo a encontre. A única felicidade consiste em esperar a felicidade”.
Por isso a idéia de chave lembra uma reflexão de Gilberto Amado, diplomata brasileiro eleito membro imortal da Academia Brasileira de Letras no mesmo ano em que nascia Mafalda.
Em meio à extensa obra memorialista e ensaística do escritor sergipano, destaca-se o livro inicial, “A Chave de Salomão” (1914), um elogio ao espírito contemplativo. Nesse ensaio, ele afirma que “felicidade é sinônimo de tranquilidade; ser feliz é ser tranquilo”.
Ser feliz é ser tranquilo! Felicidade como estado de serenidade, como a capacidade de atravessar as perturbações cotidianas sem resvalar no desespero; felicidade como possibilidade de amainar a consciência e repousar a mente muitas vezes atormentada; felicidade como vivência plácida, mas distante do imobilismo e bem próxima da paz. Porém, nova complicação, o que é estar em paz’.
Felicidade: sensação primordial ou meta inalcançável? Conquista paulatina ou ingenuidade pueril? Liberdade de busca ou armadilha romântica?
Se o soubéssemos, seríamos mais felizes?
MARIO SERGIO CORTELLA, filósofo, professor da PUC-SP, autor de “A Escola e o Conhecimento: Fundamentos Epistemológicos e Políticos” (ed. Cortez/IPF), entre outros.
Incluído na Coluna: Fidelidade | 1 Comentário »
37 Anos de Vida! Bem vividos!
Autor: daniel oliveira | outubro 28, 2011
Paz!
Mais que receber os parabéns e celebrar mais um ano de vida, celebrar meu aniversário para mim é uma alegria, porque posso olhar esses 37 Anos de Vida e perceber o quanto Deus foi bom para Comigo.
Mesmo nas minhas maiores dificuldades, posso dizer que tudo concorreu para pudesse hoje celebrar mais um ano… Tudo passou… Só não passou a palavra de Deus para mim… Ela continua presente em minha vida. Por isso Amigos e Irmãos, celebrem comigo a Alegria de mais um ano de vida buscando o Senhor.
Não sou perfeito e nem diferente de todos… Só agradeço a Deus por tudo que ele me deu, inclusive minha vida. Este ano não celebrarei com festa, mais sim com orações e louvor pela minha Vida, Família, Comunidade, Amigos, Etc.
Obrigado de Coração pelos parabéns e cantem comigo a alegria de estar na Caminhada.
Senhor quero te agradecer pela misericórdia, não tenho palavras humanas para te Louvar.
Envia então Teu Espírito para Orar em Mim e assim poderei te louvar com a Língua do Anjos.
Obrigado! Deus abençoe a Todos!
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Parresía: “Rock in Rio – Pe. Paulo Ricardo responde às críticas”
Autor: daniel oliveira | outubro 18, 2011
Esclarecimento fantástico sobre a cultura rock mal usada até mesmo na Igreja.
Que Deus continue Iluminando Padre Paulo… E claro, a todos nós!
Retirado do Site do Padre:http://padrepauloricardo.org/audio/41-parresia-rock-in-rio-pe-paulo-ricardo-responde-as-criticas/
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A perseguição é real! Confira!
Autor: daniel oliveira | outubro 18, 2011
Padre Católico Norman Weslin, preso após protestar contro o aborto em Indiana, Estados Unidos da America.
Tradução do video originalmente enviado por Ptsalt. Original: http://www.youtube.com/watch?v=iiz4tfjSuPc
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A Vida se faz com Atos de Amor!
Autor: daniel oliveira | outubro 3, 2011
Que estas lições de Vida nos ajudem a valorizar o Amor pelos Seres Humanos!
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Malta fala sobre programa de direitos humanos…
Autor: daniel oliveira | setembro 14, 2011
O senador Magno Malta (PR-ES) afirmou que irá criar uma Frente Parlamentar contra o decreto presidencial que criou o Programa Nacional de Direitos Humanos. Para o parlamentar, o decreto – assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva no final do ano passado – “enaltece o projeto de lei 122″, em tramitação na Câmara, que, em sua opinião, “cria um império homossexual no Brasil”.
Em pronunciamento nesta quinta-feira (4), o senador afirmou que a frente terá a maioria dos parlamentares tanto do Senado Federal quanto da Câmara dos Deputados e que o PL 122 “irá morrer nesta Casa”.
Magno Malta informou que a Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) do Senado aprovou na última quinta-feira requerimento de sua autoria para a realização de uma audiência pública sobre a matéria. Segundo o parlamentar, serão convidados representantes “da sociedade islâmica, da sociedade espírita, da sociedade judaica, das religiões afro-brasileiras e também católicos, evangélicos, ateus e intelectuais”.
O senador afirmou que não tem nada contra os homossexuais, que respeita muito, mas disse não poder permitir a aprovação de um projeto inconstitucional. Afirmou que a Constituição, no parágrafo 3º de seu artigo 226, estabelece que a união estável á aquela realizada “entre um homem e uma mulher”.
“Não sou homofóbico”, declarou o parlamentar, para quem “o Brasil precisa de uma grande campanha de educação e respeito nessa e em outras questões”.
Fonte: Correio Braziliense / www.juliosevero.com
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