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O Sentido do Natal

Autor: daniel oliveira | dezembro 6, 2011

O Natal é a festa do amor de Deus pelo homem. Para salvar a criatura amada, Ele mesmo se faz homem, assumiu a nossa frágil natureza, sem perder a divina, e veio resgatar o que estava perdido. A humanidade tinha uma dívida impagável com Deus; e nenhum homem poderia pagar este resgate. Esse Homem tinha que ser ao mesmo tempo homem e Deus, para ser a ponte – o Pontífice – entre Deus e o homem. O rio do pecado havia derrubado a ponte da comunhão da humanidade com Deus.

Jesus veio pagar a nossa dívida. O Redentor, assumindo a natureza humana, se tornou o único Mediador entre Deus e o homem. Em virtude da natureza humana Ele pode morrer; em virtude da natureza divina pode ressuscitar e nos devolver a vida eterna para a qual fomos criados.

Aquele que nasceu na terra é o mesmo que foi gerado desde toda a eternidade, consubstancial ao Pai e ao Espírito Santo, “Luz da Luz, Deus verdadeiro de Deus verdadeiro”!

Depois que o Verbo de Deus se fez homem, ninguém mais pode duvidar do amor de Deus pela humanidade. Seria blasfêmia. O Deus infinito se fez limitado, o Rei do universo se fez escravo, o Soberano das nações se fez pobre para nos enriquecer, o Imortal assumiu a nossa morte para destruí-la…

Na criancinha do estábulo somos levados a adorar a divindade e a vislumbrar a glória do Pai que está no Filho, e que foi concebido no seio da Virgem Maria, pelo poder do Divino Espírito Santo.

São Leão Magno num de seus mais belos sermões de Natal, relembra a nossa grandeza: “Reconhece, ó cristão, a tua dignidade, e, já que foste feito participante da natureza divina, não queiras voltar à antiga vileza com procedimentos indignos de tamanha nobreza”.

Jesus nasceu para nos transladar para o Reino da luz , do qual é preciso começar a participar já nesta terra. Então, diante do Presépio, o batizado deve se lembrar que, ao ser regenerado na pia batismal, se tornou o templo vivo da Trindade Santa e que, portanto, não pode mais cometer más ações que expulsem Deus de sua alma, e o faz submeter-se, de novo, à escravidão do diabo.

Diante da manjedoura, que cada um renuncie às obras da carne (Gl 5,19). Somente assim as alegrias do Natal serão verdadeiras e não uma mera comemoração externa de um fato histórico.

São Leão Magno frisa no seu Sermão que: “Nasceu hoje o nosso Salvador”. Este “hoje” quer dizer que a mesma eficácia salvífica que o acontecimento de Belém trouxe ao mundo, acontece “hoje” para aqueles que participam desta Festa através da liturgia. Os atos salvíficos de Cristo se realizam novamente, dando à alma fiel as graças do Natal. O Redentor repete a cada um o que foi dito através do profeta Isaías: “Aqueles que esperam em mim não serão jamais confundidos” (Is 49, 23).

O Menino-Deus nascendo numa pobreza total vem nos ensinar que não são os bens terrenos a fonte da felicidade verdadeira, e nos convida a conquistar um reino de eterna felicidade, destino e grandeza de quem foi criado à imagem e semelhança de Deus.

O silêncio da gruta santa de Belém, bem longe do barulho de uma civilização hedonista e materialista, chama-nos à adoração e à meditação. Naquela gruta pobre e simples, encontramos os melhores modelos de justiça e santidade: Jesus, José e Maria.

A transcendência do Natal nos convida a nos colocarmos a serviço deste Menino, que veio para implantar entre nós o Seu Reino de paz, amor, justiça, verdade, santidade e liberdade; que são os nossos maiores anseios. Por isso, a melhor maneira de viver bem o Natal é comprometendo-se com Jesus a trabalhar pelo seu Reino, através da Igreja, com amor puro e reta intenção.

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A história de Santa Cecília – Padroeira dos músicos

Autor: daniel oliveira | novembro 22, 2011

No dia 22 de Novembro; comemora-se o dia de Santa Cecília.

A padroeira dos músicos.

Cecília nasceu no princípio do século 3º de uma ilustre família de Roma. Conhecida por Gens Cecília, cuja linhagem provém do tempo da república. Os nomes dos pais são desconhecidos, mas julga se cristãos. Cecília foi criada por uma aia cristã, que a educou somente no cristianismo e sempre amando a Jesus. Suas exclamações eram: Oh! Quão grande e bom é o senhor! Quero amá-lo sempre.
Cecília ouvia sempre a sagrada escritura, então seus olhos enchiam-se de lágrimas e com o coração enternecido propunha a não ofender a Jesus, antes consagrar-lhe a vida e jurando votos de virgindade perpétua.
Uma de suas vertudes ensinava a amor o próximo, especialmente os pobres que são imagens de Jesus. Seu amor à eucaristia era tanta que no dia de sua comunhão consagrou-se novamente a sua vida a serviço e tornou-se esposa do mestre. Órfã Cecília ficou com parentes ainda pagãos. Que começavam a importuná-la e leva-la a festas não cristãs. Muitas vezes, declinava dos insistentes convites, temendo a distrações prejudicassem sua alma inocente. Julgando que não bastasse o afastamento de tantos perigos, a piedosa jovem para evitar que o espírito sucumbise na luta com o demônio, submeteu seu corpo a rigorosos jejuns e penitenciais.

Jesus não se deixou vencer em generosidade mandou custodiá-la por um anjo, que sua freqüente aparição entretinha-a em doces conversações.
Em uma reunião de família estava presente um jovem nobre (Valentino) que a olhou Cecília e fitou seus olhos nela. No outro dia pediu a mão da jovem a seu tutor que não se negou a aceitar. Na mesma hora Cecília se recusou, pois tinha feito os votos ao mestre. Mas não adiantou o seu tutor já tinha aceitado. Cecília saiu e foi imediatamente falar com o pontífice dizendo que preferia a morte a faltar o juramento que fez a Jesus. O pontífice urbano disse:
“Tem confiança, se teu celeste Esposo te quiser inteira a seu serviço, nenhuma força humana poderá arrebatar-te. No entanto as orações essa noite são para que o senhor nos ilumine”. Passaram-se alguns dias Cecília procurasse evita-lo, não conseguia fugir a uma nova conversa com seu tutor. Recusou o pedido, mas seu tutor não desistiu de seus propósitos. Cecília na mesma hora lembrou-se das palavras de Urbano e aceitou.
A virgem de cristo tornara-se também esposa de Valentino. Nos cântico núpcias Cecília elevavam sua alma a Deus nas seguintes palavras; “Senhor, que sejam sempre imaculados meu corpo e m meu coração; protege tua serva para que não seja confundida”. Em seus aposentos em profunda oração e a espera de Valentino. O qual chegou feliz e correu para abraçá-la. Cecília se desviou e começou a contar o seu juramento. Valentim perturbado disse à esposa que tinha o traído jurando seu amor a outro. Cecília explicou novamente que se juramento foi feito a Deus. Vendo o desespero de Valentino, Cecília caiu de joelhos e começou a orar e uma forte luz saiu de sua face e sendo protegida por um anjo. Valentino caiu por terra e com os olhos em lágrimas contemplou o acontecimento.
E Cecília viu toda aquela luz fazendo a conversão em Valentino.
E que no outro dia pediu a Cecília que gostaria de ver o anjo que a protege. Cecília disse que teria que ir até o pontífice urbano e pedir o batismo.
Valentim se vestiu e foi no momento do batismo um anjo apareceu e colocou uma coroa de flores em Valentino e em Cecília, Com o acontecimento estava presente o irmão de Valentino (Tibúrcio) também se converteu. A partir deste dia a Família de Cecília foi perfeita e voltou a trabalhar com os pobres e pregar o evangelho. Até que teve a perseguição aos cristãos por Alexandre Severo no ano 232 os prenderam.
Perante o juiz que perguntou a jovem qual era sua religião. Cecília não hesitou em responder que era cristã. Disse o juiz: “não sabeis que nosso imperador ordenar punir todos os cristãos e de libertar os que renegam esta religião inimiga da Pátria?” Mesmo em meios a tantas acusações e perguntas Cecília se manteve firme a sua fé. Ordenou que levassem a jovem e fecharam no calidário para morrer sufocada com vapores. Algumas horas depois Cecília estava na sala de tortura em plena alegria. Logo a sala encheu-se de vapores e pegou fogo, mas nada atingiu Cecília. Viram contenta e em volta rodeada de ar puro. Apresentou o novo carrasco, Cecília ajoelhada ofereceu o pescoço. O carrasco por três vezes deixou o ferro cair no pescoço da jovem. Cecília caiu com os braços cruzados no peito, mas a cabeça prodigiosamente unida ao corpo. Na lei romana proibia insistir no terceiro golpe o carrasco saiu correndo ao ver aquilo. A multidão pasmou ao ver a jovem ainda viva. Cecília, sempre na mesma posição, quis aproveitar o pouco tempo que lhe restava para anunciar a verdade. Ouvindo suas fervorosas exortações, tocados pela graça, muitos se converteram. Ficou por muito tempo em doce contemplação de repente fez um sinal ao pontífice que se aproxima e diz: Padre, pedi ao senhor um momento para poder fazer meu ultimo desejo. Quero que transforme minha casa em um templo de oração; voltando-se para os que ali estavam a assistir mostrou-lhes o polegar de uma mão e três dedos da outra, querendo assim confessar pela ultima vez a \unidade e trindade de Deus. Urbano mesmo na presença de numerosos fiéis colocou o sarcófago junto aos túmulos dos Papas, fechando-o com tampo de mármore preciosismo.

Santa Terezinha escreve sobre Cecília.
Antes da viagem a Cidade eterna, não tinha devoção especial por Santa Cecília; mas ao visitar a casa, o lugar do martírio, ao ouvi-la proclamar tainha da harmonia, senti por ela mais que uma devoção, uma verdadeira ternura de amiga e tornou-se a minha santa predileta e minha confidente.

Cecília protetora do canto sacro.

Certamente pela pia tradição Cecília se deli cava cantando hinos a Deus, acompanhando-se na cítara que o anjo lhe apresentava. Sendo assim ficou sendo considerada santa dos músicos.
Confirmando nesta pia tradição, temos elementos positivos, nas revelações de Dulcem, a serva de Deus, Ana Catarian Emmerrich que muitas vezes viu a santa.
“Vi Cecília belíssima, com faces rosadas e traços finos e graciosos”. Junto dela esta um anjo sob forma de amável jovem, quer com ela falava. Vi-a sentada em uma cadeira e os anjos ensinando a tocar um instrumento. Outra vez, Cecília sentada tocando o instrumento e o anjo segura em sua frente o rolo de papel para o qual ela olhava. Fundados nestas revelações é que temos em Cecília a celeste protetora dos músicos.

Diva! Que tua voz sua uma luz no coração. Do ímpio, que contra a igreja faz cruéis perseguições.
Santa Cecília Rogai por nós.

* Ana Catarina Emmerich (1774-1824), foi um religiosa alemã, contemplada com a revelação obre naturais no princípio do século 19, sobre a vida de Jesus e Maria. Registradas no livro “ “ Vida, paixão e glorificação do cordeiro de Deus’, conhecidos nos seminários do mundo todo, particularmente no início do século 20.”

Livro: Santa Cecília; Fernando Bastos. MIR Editora – Brasil

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Humana Armadilha – Cortella

Autor: daniel oliveira | novembro 8, 2011

Paz! Em meus estudos e literaturas me deparei de novo com um artigo muito interessante em um capitulo do livro: “Não Nascemos prontos” de Cortella. Uma reflexão interessante e no minimo entusiasta sobre a busca da felicidade, que achei por necessário publicar em meu blog.

Segue:

felicidade1Múltiplas são as pistas sobre o lugar onde se encontra a “chave da felicidade” e, claro, o seu provável modelo. Alguns o situam na arte desprendida; outros, na religião obsessiva.

Há uma hilariante e inesquecível tirinha entre as milhares desenhadas pelo argentino Joaquin Salvador Lavado, o Quino, na qual, usando da aguda embora atordoada inteligência de Mafalda (sua mais conhecida personagem, inventada em 1963), ele consegue expressar com clareza alguns dos meandros, que envolvem a existência humana.

No primeiro quadrinho dessa “tira, Mafalda se aproxima de uma loja de esquina onde há um idoso chaveiro; no quadrinho seguinte, entra no prédio e, cinicamente, diz a ele: “Bom dia. Quero uma chave da felicidade”. Sem demonstrar espanto, no terceiro quadrinho, ele dirige um olhar complacente e lhe responde: “Com certeza, menina. Traz o modelo?”. Sai ela então da loja, caminhando sem graça e pensando: “Espertalhão o velhinho!”.

O modelo, onde está o modelo? Ou, melhor ainda, existiria um modelo? É preciso haver um? Múltiplas são as pistas sobre o lugar onde se encontra a “chave da felicidade” e, claro, o seu provável modelo. Alguns o situam na arte desprendida; outros, na religião obsessiva; muitos, no consumo desvairado; vários, na política indolente; poucos, na filosofia militante; inúmeros, no trabalho insano; raros, na dignidade coletiva.

O que seria esse almejado horizonte a que uma chave desconhecida, distante ou simplesmente invisível poderia proporcionar o acesso? Felicidade pode ser estado de espírito, não uma situação material; pode ainda despontar como um sentimento passageiro ou um devaneio fugaz. Marcando-se em nossa existência sempre como uma ocorrência episódica, remete-se, talvez, ao terreno ocupado por uma sabedoria misteriosa contida na frase do escritor e polemista francês Barbey D’Aurevilly, que, no século 19, era, curiosamente, um difusor e admirador do satanismo, ao dizer que “o prazer é a felicidade dos loucos; a felicidade é o prazer dos sábios”.

Qual seria, então, a carga de verdade contida na advertência feita pelo muçulmano Saadi, escritor lírico cujas obras foram as primeiras poesias persas a serem traduzidas para o Ocidente moderno? Em meados do século 13, após ter sido libertado das mãos dos cruzados e ter-se enclausurado voluntariamente em uma espécie de convento, escreveu (em pleno deserto!) a coletânea “O Jardim das Rosas” e nela registrou (indicando uma das chaves possíveis): “Lamente por aquele que julga haver achado a felicidade, inveje aquele que a procura e a abandonará tão logo a encontre. A única felicidade consiste em esperar a felicidade”.

Por isso a idéia de chave lembra uma reflexão de Gilberto Amado, diplomata brasileiro eleito membro imortal da Academia Brasileira de Letras no mesmo ano em que nascia Mafalda.

Em meio à extensa obra memorialista e ensaística do escritor sergipano, destaca-se o livro inicial, “A Chave de Salomão” (1914), um elogio ao espírito contemplativo. Nesse ensaio, ele afirma que “felicidade é sinônimo de tranquilidade; ser feliz é ser tranquilo”.

Ser feliz é ser tranquilo! Felicidade como estado de serenidade, como a capacidade de atravessar as perturbações cotidianas sem resvalar no desespero; felicidade como possibilidade de amainar a consciência e repousar a mente muitas vezes atormentada; felicidade como vivência plácida, mas distante do imobilismo e bem próxima da paz. Porém, nova complicação, o que é estar em paz’.

Felicidade: sensação primordial ou meta inalcançável? Conquista paulatina ou ingenuidade pueril? Liberdade de busca ou armadilha romântica?

Se o soubéssemos, seríamos mais felizes?

MARIO SERGIO CORTELLA, filósofo, professor da PUC-SP, autor de “A Escola e o Conhecimento: Fundamentos Epistemológicos e Políticos” (ed. Cortez/IPF), entre outros.

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37 Anos de Vida! Bem vividos!

Autor: daniel oliveira | outubro 28, 2011

Paz!

13e053f9cf37anosMais que receber os parabéns e celebrar mais um ano de vida, celebrar meu aniversário para mim é uma alegria, porque posso olhar esses 37 Anos de Vida e perceber o quanto Deus foi bom para Comigo.

Mesmo nas minhas maiores dificuldades, posso dizer que tudo concorreu para pudesse hoje celebrar mais um ano… Tudo passou… Só não passou a palavra de Deus para mim… Ela continua presente em minha vida. Por isso Amigos e Irmãos, celebrem comigo a Alegria de mais um ano de vida buscando o Senhor.

Não sou perfeito e nem diferente de todos… Só agradeço a Deus por tudo que ele me deu, inclusive minha vida. Este ano não celebrarei com festa, mais sim com orações e louvor pela minha Vida, Família, Comunidade, Amigos, Etc.

Obrigado de Coração pelos parabéns e cantem comigo a alegria de estar na Caminhada.

Senhor quero te agradecer pela misericórdia, não tenho palavras humanas para te Louvar.

Envia então Teu Espírito para Orar em Mim e assim poderei te louvar com a Língua do Anjos.

Obrigado! Deus abençoe a Todos!

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Parresía: “Rock in Rio – Pe. Paulo Ricardo responde às críticas”

Autor: daniel oliveira | outubro 18, 2011

Esclarecimento fantástico sobre a cultura rock mal usada até mesmo na Igreja.
Que Deus continue Iluminando Padre Paulo… E claro, a todos nós!

Retirado do Site do Padre:http://padrepauloricardo.org/audio/41-parresia-rock-in-rio-pe-paulo-ricardo-responde-as-criticas/

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A perseguição é real! Confira!

Autor: daniel oliveira | outubro 18, 2011

Padre Católico Norman Weslin, preso após protestar contro o aborto em Indiana, Estados Unidos da America.
Tradução do video originalmente enviado por Ptsalt. Original: http://www.youtube.com/watch?v=iiz4tfjSuPc

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A Vida se faz com Atos de Amor!

Autor: daniel oliveira | outubro 3, 2011

Que estas lições de Vida nos ajudem a valorizar o Amor pelos Seres Humanos!

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Malta fala sobre programa de direitos humanos…

Autor: daniel oliveira | setembro 14, 2011

familiaO senador Magno Malta (PR-ES) afirmou que irá criar uma Frente Parlamentar contra o decreto presidencial que criou o Programa Nacional de Direitos Humanos. Para o parlamentar, o decreto – assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva no final do ano passado – “enaltece o projeto de lei 122″, em tramitação na Câmara, que, em sua opinião, “cria um império homossexual no Brasil”.

Em pronunciamento nesta quinta-feira (4), o senador afirmou que a frente terá a maioria dos parlamentares tanto do Senado Federal quanto da Câmara dos Deputados e que o PL 122 “irá morrer nesta Casa”.

Magno Malta informou que a Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) do Senado aprovou na última quinta-feira requerimento de sua autoria para a realização de uma audiência pública sobre a matéria. Segundo o parlamentar, serão convidados representantes “da sociedade islâmica, da sociedade espírita, da sociedade judaica, das religiões afro-brasileiras e também católicos, evangélicos, ateus e intelectuais”.

O senador afirmou que não tem nada contra os homossexuais, que respeita muito, mas disse não poder permitir a aprovação de um projeto inconstitucional. Afirmou que a Constituição, no parágrafo 3º de seu artigo 226, estabelece que a união estável á aquela realizada “entre um homem e uma mulher”.

“Não sou homofóbico”, declarou o parlamentar, para quem “o Brasil precisa de uma grande campanha de educação e respeito nessa e em outras questões”.

Fonte: Correio Braziliense / www.juliosevero.com

Confira o Video

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Efusão do Espirito Santo

Autor: daniel oliveira | setembro 13, 2011

O Significado Católico da Expressão “Batismo no Espírito Santo”

efusaoEntre os católicos da Renovação, a frase “Batismo no Espírito Santo” se refere a dois sentidos ou momentos. O primeiro é propriamente teológico. Neste sentido, todo membro da Igreja é batizado no Espírito Santo pelo fato de ter recebido os sacramentos da iniciação cristã. O segundo é de ordem experiencial e se refere ao momento ou processo de crescimento pelo qual a presença ativa do Espírito, recebido na iniciação, se toma sensível à consciência pessoal. Quando se fala, na Renovação Católica, do Batismo no Espírito Santo, geralmente se refere a essa experiência consciente que é o sentido experiencial. Este uso duplo é defensável, embora não resta dúvida que causa certa confusão. É verdade também que não é fácil substituir esta expressão “Batismo no Espírito Santo” por outra plenamente satisfatória.

Para muitos fora da Renovação, no entanto, a frase “Batismo o Espírito Santo” parece referir-se a um segundo batismo, a um outro sacramento. Quando os católicos empregam a frase “Batismo no Espírito Santo” querem expressar algo diferente do que acreditam as pessoas de outros movimentos de renovação, fora da Igreja Católica. Os pentecostais clássicos e os protestantes neo-pentecostais, em geral, usam a frase para designar uma segunda efusão, posterior à conversão, uma nova participação do Espírito. Quando a expressão é empregada pelos católicos, designa aquela experiência espiritual pela qual o Espírito Santo, recebido no batismo, emerge como realidade na consciência do cristão. Na Renovação Católica, o “Batismo no Espírito Santo” tem pronunciados acentos batismais e sacramentais que não se sobressaem na maioria dos demais movimentos pentecostais.

(Reprodução do capítulo 5 do Livro: “…E Sereis Minhas Testemunhas”. -Vol I -Col. Paulo Apóstolo)

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QUEREMOS A PELE DOS FUNDADORES!

Autor: daniel oliveira | agosto 8, 2011

Fui impulsionado pelos meus sentimentos a colocar em meu blog esse Post.

“Não importa o que já presenciei na vida de um fundador. Pouco interessa o que senti e vivi na presença de um fundador. Se a mágoa pegar alguém contra um fundador a famosa cegueira espiritual surge das cinzas do meu passado. Sou capaz de morar anos com um fundador e abandoná-lo em segundos se eu não concordar com suas partilhas, idéias e direções.”

Fundadores nunca se imaginaram fundadores. Este é um ofício que nunca desejaram. Se pudéssemos entrevistá-los, saberíamos que o sonho de todo fundador é ter um fundador.

Mas Deus não quis assim. Não existe uma constituição democrática para se designar um fundador. A maioria, mesmo por votação ou escolha humana, não conseguiria eleger uma pessoa para fundar uma obra de Deus. Nenhum partido conseguiria lançar a candidatura de um fundador. Eles simplesmente nascem de Deus para uma missão específica num altar pré-estabelecido.

E como Jesus, fundadores já nascem predestinados a serem caçados. Bastam para os “novos Herodes” desconfiarem do surgimento de um fundador que a mesma taça de vinho tinto de morte transborda de suas mesas.

Na verdade, fundadores não deveriam nascer homens e mulheres comuns. Eles deveriam ser super-heróis. Deveriam ser firmes e fortes como os homens de aço, assim agüentariam as pancadas do dia-a-dia; eles deveriam ter sido confeccionados com roupas especiais e voadoras para poderem voar de seus problemas pessoais e de suas fundações; Eles teriam que vir ao mundo com olhos e ouvidos biônicos para poderem adivinhar os problemas que todos nós temos. Deve ter sido um erro na Criação de Deus.

Mas, ao contrário, os fundadores foram feitos normais. A imperfeição da humanidade os abraça e as misérias do pecado e das limitações pessoais os atormentam. Revelando assim, que esses tão admirados homens de Deus, na verdade, são bem fraquinhos e debilitados. Sendo assim, eles que nasceram como seres perfeitos não conseguem combater nem a favor da própria vida. Bando de fracotes são estes tais fundadores e fundadoras.

Logo, estou entendendo porque fundadores choram e se arrastam para pegar o crucifixo mais próximo deles. E após encontrar este crucifixo, sempre escutaremos a frase “Porque eu senhor? Porque me escolheste para fundar? Eu não entendo nada.”

Pronto. As feras ao redor do fundador escutaram e começaram sua caça. Elas estavam só aguardando o momento ideal para armarem suas presas e suas armadilhas. Mais um fundador está prestes a ser caçado e alimentar as feras de mães, pais, avós, tios, namoradas daqueles que sentirem o mesmo chamado que este fundador.

O que será pior? Uma turma de famigerados demônios buscando vidas para destruir e almas para afundar no inferno ou alguém magoado com um fundador?

Demônios não montam sites difamando um fundador; demônios não acusam por telefone, email ou MSN, Twitter, visitinhas violentas… Demônios não questionam com arrogância. Magoados, sim. Quando eu me magôo com um fundador nem os demônios me vencem. Quando um novo carisma se manifesta a taça dos novos Herodes se derrama em loucura e raiva.

Um fundador incompreendido por suas palavras é um prato cheio para seus inimigos. Não importa o que já presenciei na vida de um fundador. Pouco interessa o que senti e vivi na presença de um fundador. Se a mágoa pegar alguém contra um fundador a famosa cegueira espiritual surge das cinzas do meu passado. Sou capaz de morar anos com um fundador e abandoná-lo em segundos se eu não concordar com suas partilhas, idéias e direções.

Fundadores incomodam. Eles foram criados para isso. Fundadores são ousados e dizem coisas que muitas vezes ninguém falaria por causa do respeito humano ou da boa educação.

A ótica dos fundadores é a da verdade de Cristo e não as maracutaia do mundo. Mesmo quando eles são surpreendidos nas fraquezas da mentira. É Deus quem age neles.

Fundadores não cansam de questionar as pessoas e isso desperta a ira dos quietinhos.

Fundadores se parecem muito com Jesus: atraem e convivem com pessoas, mas estão sempre solitários. Mostram amizade, mas sempre serão trocados por um pote de moedas. Fundadores atraem coroas de espinhos e cruz para si. Não porque querem, mas porque assim O Senhor quer.

Fundadores também se parecem muito com Maria. Bastou o primeiro “sim” para não entenderem mais nada.

Desde Jesus até os dias de hoje o espírito do mundo e o espírito da carne querem a pele dos fundadores.

Em Jesus foi aberta a temporada de caça e nos fundadores a execução e a extração da pele.

Alguém poderia socorrer os fundadores? Alguém poderia salvá-los, por favor? Até poderia acontecer isto, mas não vai. Fundadores irão para o deserto de suas vidas para serem tentados como todo ser humano. Eles comerão e beberão com seus irmãos, mas serão sempre incompreendidos. Fundadores morrerão como todo ser humano: sozinhos.

Porém, o mais triste é que muitos que lerem este texto não entenderão o que estou falando. Mas sem perceber já devem ter golpeado um fundador senão com suas armas em punho, com suas línguas fora da boca. Mas tudo bem: deve ser assim também.

Este texto não é uma defesa aos fundadores. Eles têm Deus como refúgio e cidadela. Mas é uma amostra das coisas que em secreto acontece a um fundador. Quando a estação dos fundadores passar, saberemos com mais precisão o que este texto quis nos contar.

Se estas linhas viessem da ponta da caneta de Padre Pio, de João Paulo II ou de Agostinho, talvez ele fosse bem mais aceito. Como veio de mim, para poupar minha pele prefiro me identificar somente como “umaROSAnaJANELA”.

Dedico meu respeito e minha gratidão a todos os fundadores e fundadoras que também ajudei a escalpelar com meus pensamentos e com meu agir.

Fonte, blog: http://silvinhoz.blogspot.com/2011/02/queremos-pele-dos-fundadores.html

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Feliz 16 Anos de Casamento

Autor: daniel oliveira | julho 8, 2011

casamentoHoje estamos comerando um dia muito especial.
Daqueles que nunca se esquece…

Nunca se apaga da memória…
Aniversario de nosso casamento…
16 Anos de Casamento…
Muitas dficuldades enfrentamos na vida…
Muitas lutas vencemos juntos… Não há mais como separar…

isso é uma demonstração de amor,
carinho, perseverança…

Foi preciso ter muita coragem para vencer tudo…
E a vitória foi alcançada e abençoada com frutos…
Nosso filhos e nossa herança…

E neste dia bonito e alegre,
que comemoramos nosso aniversário de casamento,
quero desejar tudo de mais lindo em sua vida…
E que nosso casamento dure até a eternidade…

Parabéns…

É o meu desejo sincero…

Daniel Oliveira

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Cantor norte-americano afirma ter cantado com um anjo. Ouça!

Autor: daniel oliveira | junho 28, 2011

O cantor Jason Upton, líder do ministério norte-americano Key of David, contou na coletiva de imprensa da Conferência Livres 2011, que aconteceu em São Paulo, que durante sua apresentação que resultou na gravação de um CD, ele teve a oportunidade de cantar com um anjo.

jason-uptonO show de gravação aconteceu para 700 órfãos, o evento durou quatro horas e apenas uma canção foi cantada. “Nós dividimos em faixas para o CD, mas, na verdade, o álbum todo é composto por apenas uma faixa.”

No final dessa apresentação uma das crianças se dirigiu ao músico e disse que tinha visto um grande anjo cantando atrás dele. “Eu só concordei, olhei pro pessoal da banda e ri. Achei bonitinho, mas disse que deveria ser coisa de criança, que na igreja dela deveriam falar muito sobre anjos,” lembra.

Upton só passou a acreditar na visão daquela criança quando ele ouviu a gravação e percebeu que juntamente à sua voz podia se ouvir um som diferente. Questionando o engenheiro de som que trabalhou naquele CD ele tentou achar a resposta daquela segunda voz.

“Ele me disse que era uma interferência nos microfones e que me provaria separando o áudio de cada microfone e me mostrando que o tal som aparecia em todos eles.”

De acordo com o músico, o engenheiro de som dividiu os microfones e não encontrou nada até isolar o microfone principal e lá estava o som.

O engenheiro de som me disse que era como se houvesse alguém cantando a uns cinco metros atrás de mim. Ele ficou sem palavras, apenas saiu, afirmando que precisava tomar um ar.”

The Christian Post

Creio na existência e na atuação dos anjos.

Creio não apenas por uma questão de fé mas porque em minha caminhada tive situações e intervenções que creio terem sido ação angélica.

Creio!  mas não significa que creio em tudo, até porque existem anjos maus (não é o caso) e sei que nessa área sobrenatural precisa-se de prudência sem ter a arrogância pretensiosa de quem vê a sí e sua opinião pessoal como a medida final da verdade.

Veja, ouça e tire suas conclusões.

A suposta ação do anjo acontece no vídeo depois dos 5 minutos.

Que é lindo é!!! Algo emocionante… Ouça em bom som…

Fonte: Blog Carmadélio

Incluído na Coluna: Curiosidades | Sem comentários »



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